Guerreiros do Coração: Aprendizes da consciência: unidos para, separados, servir

À medida que mais homens, geralmente movidos pelo motivo primordial para a busca de uma recomposição de vida ou, ainda mais, um salto evolutivo – a travessia de uma crise existencial – se aproximavam, o movimento Guerreiros do Coração ganhava corpo e estrutura. Grupos foram se formando e ritos de passagem promovendo a iniciação rumo à inteireza. Para muitos, porém, a questão passou a ser a continuidade após as revelações acessadas no ritual.

Esse interesse resultou na criação da estrutura de ciclos, desenvolvida ao longo do tempo até se transformar numa jornada iniciática de exploração da consciência humana. Em 1996 foi escalado o primeiro facilitador além do idealizador, Mauro Pozatti. Dois anos depois, já eram 13 os condutores de grupos, denotando um crescimento que não podia mais ser contido naquele núcleo precursor. Era preciso saber para onde ir, por que, e quem levar junto.

O trabalho prosseguiu, com o sistema de formação de facilitadores se tornando mais fundamentado, acadêmico, e, portanto, rigoroso. Fronteiras foram desbravadas, com a criação e grupos no interior gaúcho e em Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília (DF). O ritual de primeiro ciclo em essência é o mesmo herdado de Craig Gibsone, mas com enriquecimentos que o ampliaram de um para três dias e meio. Novos ritos, para cada ciclo, surgiram. As etapas seguintes receberam ampla e profunda incorporação de aportes teóricos de diversas tradições sapienciais e proposições científicas, formando uma rica e manancial compilação para a prática da espiritualidade.

Outros vídeos, clique aqui

Movimento Guerreiros do Coração

"Um povo sem memória é um povo sem história. E um povo sem história está fadado a cometer, no presente e no futuro, os mesmos erros do passado" - Emília Viotti da Costa, historiadora.